Kia Joorabchian e o Corinthians

No final de 2004, um obscuro executivo iraniano radicado em Londres se transformou no grande ídolo da segunda maior torcida do país. O dinheiro que Kia Joorabchian despejou no Corinthians rendeu um time de estrelas e um título importante. Os corintianos se acostumaram a gritar seu nome nas arquibancadas, consagrando o cartola falastrão, gastador e enrolado. Três anos depois, porém, Kia passava de herói a vilão do Corinthians. As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público revelaram que os negócios da MSI são irregulares. Quais são as conseqüências do caso?

Qual era o objetivo declarado da parceria entre Corinthians e MSI?

O acordo, costurado em agosto de 2004 e oficializado em novembro daquele mesmo ano, previa um período de investimento de dez anos pela Media Sports Investments, a MSI. O empresário Kia seria o representante do fundo de investidores no país, responsável por gerenciar os recursos externos e fechar negócios em nome do Corinthians. Kia era o único rosto conhecido da parceria -- os investidores estrangeiros responsáveis pelos investimentos permaneciam desconhecidos, assim como a origem do grande fluxo de dólares que chegava desde Londres, sede da MSI. Em troca da compra de jogadores (e de promessas como a construção de um estádio e a criação de um canal de TV por assinatura do clube), a MSI poderia explorar o departamento de futebol corintiano, negociando contratos publicitários e recebendo os lucros de vendas de atletas. Os responsáveis pelos investimentos receberiam parte da receita e se comprometiam a continuar gastando dinheiro com contratações, mantendo sempre um "supertime".

Quais foram os resultados do negócio entre clube e fundo estrangeiro?

Kia gastou cerca de 115 milhões de reais em contratações no primeiro ano de parceria. Trouxe jogadores famosos e promissores, como os argentinos Tevez e Mascherano e os brasileiros Nilmar, Carlos Alberto e Roger, entre vários outros. Gastou até com um técnico estrangeiro e caríssimo: Daniel Passarella, demitido depois de perder por 5 a 1 para o São Paulo no Pacaembu e ser ameaçado por uma invasão de torcedores ao gramado. Apesar de fracassar no Campeonato Paulista e na Copa do Brasil, o time foi campeão brasileiro em 2005, troféu marcado pelo escândalo da máfia do apito e por um erro crucial de arbitragem no jogo decisivo contra o Internacional, vice-campeão. Em 2006, a parceria começou a fazer água. As brigas internas e trapalhadas de Kia e da diretoria do Corinthians prejudicaram as campanhas da equipe, que não levantou a tão sonhada taça da Copa Libertadores e fracassou também nas outras competições do ano. Em 2007, foram novos fiascos: no Paulista, no Brasileiro e na Copa do Brasil.

O que aconteceu com a parceria depois dos fracassos no gramado?

Os rolos de Kia, as disputas políticas no clube e a natureza obscura dos investimentos ficaram em segundo plano enquanto houve bons resultados em campo - a partir de 2006, porém, a parceria tornou-se um enorme problema. Kia levou Tevez e Mascherano para a Europa e fechou a torneira de dólares. O clube passou a pressionar a MSI na esperança de contratar novas estrelas e pagar as dívidas, que não paravam de crescer. No começo de 2007, com o Corinthians abandonado pela empresa e por seu próprio presidente, que passava a maior parte do tempo em Londres, os conselheiros votaram pela dissolução da parceria. Na teoria, o elo entre Corinthians e MSI ainda existia. A relação entre as partes, contudo, se resumia às trocas de acusações e cobranças. A sede paulistana da MSI deixou de existir; sem receber, o quadro de funcionários ficou esvaziado. Dois anos depois de armar o time mais caro da história do futebol brasileiro, o Corinthians tentava se sustentar com um time cheio de novatos e desconhecidos.

Fora de campo, qual foi o desfecho da parceria entre empresa e clube?

Um dos maiores escândalos já ocorridos no esporte brasileiro. E o caso está longe de terminar: há a possibilidade real de que os principais envolvidos na parceria terminem presos. As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público identificaram uma longa lista de crimes no clube. Há suspeitas de evasão de divisas e sonegação fiscal. Gravações telefônicas interceptadas com autorização judicial mostram Kia falando abertamente em lavagem de dinheiro. Um inquérito da PF também investigará dirigentes do clube e da MSI por formação de quadrilha. O trabalho da PF, chamado Operação Perestroika, mostrou que os crimes foram além das irregularidades denunciadas desde 2005 pelo Ministério Público Federal. Suspeita-se que a MSI pagava suas estrelas (como Tevez, Mascherano, Carlos Alberto, Nilmar e o técnico Emerson Leão) no exterior -- numa conversa gravada entre Carlos Alberto e a sua ex-mulher, a moça ameaça "abrir a boca sobre o depósito do salário, que é feito metade aqui e metade no exterior".

Quais são os principais personagens do escândalo e seus crimes?

Em julho de 2007, a Justiça Federal determinou pedido de prisão preventiva contra Kia Joorabchian e o magnata russo Boris Berezovski, o principal investidor da MSI. Nojan Bedroud, diretor da empresa, também foi alvo do mesmo pedido. São acusados de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. No Corinthians, foram denunciados vários dirigentes, incluindo o então presidente, Alberto Dualib, e seu vice, Nesi Curi. O empresário Renato Duprat, que intermediou o acordo para a parceria, o advogado Alexandre Verri, advogado com procuração da MSI, e o dirigente Paulo Angioni, ex-diretor da empresa, também foram citados no processo. O juiz da 6ª Vara Federal, Fausto Martin Sanctis, deu início ao processo criminal e marcou os depoimentos dos envolvidos para o segundo semestre. Se Kia e Berezovski entrarem no país, serão presos. Conforme os autores da denúncia, os procuradores Rodrigo de Grandis e Silvio Martins de Oliveira, a "quadrilha" corintiana movimentou cerca de 61 milhões de reais de origem ilícita.

O que dizem os acusados e suspeitos de envolvimento no escândalo?

Entre os alvos da denúncia formal, Kia e Berezovski não se pronunciam -- continuam em Londres, longe do furacão corintiano. Alberto Dualib nega envolvimento em crimes: "No telefone, 95% do que se fala não acontece, e isso não serve de prova", disse ele sobre os grampos da PF. Os jogadores que teriam recebido dinheiro fora do país não reconhecem a prática -- garantem que tudo foi feito dentro da lei. O técnico Leão, que ganhava 500.000 reais mensais, também nega ter recebido de forma ilegal. Jogadores e técnico seriam ouvidos pela PF dentro das investigações da Operação Perestroika. Enquanto a PF intensificava os trabalhos de apuração, Kia se casava com a advogada Tatiana, que trabalhava na MSI. Alberto Dualib e seu vice estavam afastados da presidência do clube. O retorno da dupla ao poder era considerado impossível. No lugar de Dualib assumiu o presidente interino Clodomil Orsi -- que também pode ser envolvido no caso, pois assinou notas frias falsas fornecidas por uma empresa de contabilidade.

Qual é o personagem decisivo para o desfecho de todo o episódio?

É o magnata russo Boris Berezovski, uma das figuras mais controvertidas do neocapitalismo pós-soviético. Homem de múltiplos talentos, Berezovski entrou para o mundo dos negócios com o colapso do comunismo e enriqueceu com as privatizações no regime de Boris Ieltsin. Com a ascensão de Vladimir Putin em 2000, Berezovski caiu em desgraça. Acusado de corrupção e ligação com a máfia russa, exilou-se na Inglaterra. A participação do russo no negócio com o Corinthians era suspeitada desde o início da parceria, mas sempre foi negada pelos dirigentes. A PF e o MP, contudo, foram claros: Berezovski era o dono do negócio, e Kia era apenas um "laranja". Provado esse envolvimento do russo, fica aberto o caminho para a punição dos crimes, já que estaria caracterizado o esquema de lavagem de dinheiro. Outro fato grave ligado ao russo é a revelação, nos grampos da PF, de toda a mobilização política para permitir que Berezovski visitasse o Brasil, fizesse mais negócios e até falasse com o presidente Lula.

Quem estava por trás das tentativas de trazer o russo até Brasília?

O ex-ministro e ex-deputado José Dirceu, que teve três encontros com o enroladíssimo magnata, dono de uma fortuna avaliada em 10 bilhões de dólares. De acordo com um petista familiarizado com os negócios de Dirceu, o principal assunto entre o ex-deputado e Berezovski foi a Varig -- seu fundo de investimento teria 1 bilhão de reais que seria destinado à compra da empresa. O papel de Dirceu, ainda segundo esse petista, era convencer o governo brasileiro a colocar 100 milhões de reais na transação por meio do BNDES. Os três encontros de Dirceu com Berezovski ocorreram numa mansão no bairro do Pacaembu, em São Paulo, cedida por Renato Duprat. A idéia de José Dirceu, conforme comentou com um interlocutor, era arrancar uma comissão de uns 20 milhões de dólares intermediando o negócio da Varig e, com isso, pagar campanha eleitoral para o PT. Um dia depois de se reunir pela última vez com Dirceu, o magnata russo foi interrogado durante oito horas pelos 2 procuradores que investigam a MSI.

Quais serão as possíveis conseqüências do escândalo no futebol?

O Congresso Nacional decidiu acompanhar mais de perto os negócios envolvendo clubes e empresários. Depois de uma audiência pública sobre o caso Corinthians-MSI no mês de setembro, a Comissão de Turismo e Desporto da Câmara decidiu investigar a fundo as transações do futebol, com apoio da Receita Federal. A intenção é descobrir novos casos de lavagem de dinheiro e corrupção no esporte. Alguns deputados se mobilizaram pela instalação de uma CPI sobre o tema, mas a extensa fila de comissões que esperam instalação na Câmara fez a idéia perder força. Na esfera internacional, o caso da MSI é uma das suspeitas que levaram a Fifa, entidade máxima do esporte, a criar uma comissão especial para refletir sobre o papel dos empresários no esporte. A preocupação se estende à Inglaterra, dona do campeonato nacional mais próspero e valorizado da Europa, onde os magnatas estrangeiros enrolados em seus países gastam milhões nos times, que têm ações negociadas na bolsa e podem ser comprados.

Setembro de 2007
Fonte: Veja - Abril

Ditadura e as ligações do F.C. Porto a Salazar

Angelo Machado Presidente do F.C.P à direita com Salazar e a
saudação fascista
Benfica o clube de Salazar segundo reza a nova história.
No início dos anos 80 com a tomada de poder no F.C.Porto por parte de Pinto da Costa nasceu uma nova mentira, uma mentira que tem vindo a ser repetida ao longo dos anos e que visa desinformar os mais desinformados e principalmente as gerações mais recentes.
Diga-se em abono da verdade que a ideia está bem urdida, mas infelizmente a história dos anos negros da ditadura já foi escrita e por muito que tentem não a conseguem mudar ainda que a tentem manipular.




Angelo Cesar Machado, presidente do F.C. Porto entre 1938 e 1940.

Angelo Cesar Machado nasceu em 1900 em Andrade, Viseu, formou-se em direito na Universidade de Coimbra.
Angelo Machado amigo pessoal de Salazar e membro do Centro Católico, ajudou a fundar a Milicia Lusitana e depois se juntou à "Liga Nacional 28 de Maio" que posteriormente derrubou a I Republica Portuguesa e instituiu a Ditadura no nosso País.

Angelo Cesar foi também Deputado na assembleia da Republica no consulado de Salazar, sendo inclusivé um dos seus braços direitos e um dos grandes responsaveis para que Salazar subisse à Presidencia do Conselho poder com os artigos que intelectuais que escrevia no jornal "Diário da Manha"

Durante os seus anos como Presidente do F.C. Porto conquistou 2 campeonatos 38/39 e 39/40
campeonatos esses que estão ligados a enormes suspeitas de corrupção.

Campeonato de 38/39 no campo da constituição disputava-se o ultimo minuto de jogo 3-3 era o resultado desse Porto-Benfica, o Porto apenas necessitava do empate para ser campeão, mas no ultimo minuto de jogo o Benfica marca e sagrar-se-ia campeão golo esse que foi imediatamente anulado pelo árbitro da partida por pretensa falta, (fotos mais tarde da Revista Stadium comprovaram que não existiu qualquer falta) como o golo anulado e a partida terminada o Porto sagrou-se campeão.

Campeonato de 39/40 Áquela epoca o campeonato dividia-se em 2 fazes primeiro disputava-se os Regionais e seguidamente o nacional, apenas os 2 primeiros classificados de cada regional teriam acesso ao campeonato nacional, e os 3 e 4 cairiam para a 2ª divisão nacional.
A verdade é que com a influência de poder de Angelo Machado junto da ditadura e de Salazar o Porto consegue o alargamento do campeonato nacional evitando assim a sua descida de divisão e posteriormente conquistou o campeonato nacional.

Publicado por kapotes no Blog "Avante P'lo Benfica"

Corrupção no Porto Cheques e Casinos

O Caso Quinhentinhos
Quem não recorda o caso "Quinhentinhos" que envolveu José Guimaro o Leça e com o famoso Reinaldo Teles ao barulho?
Depois do caso quinhentinhos em que a PJ não apanhou todos os envolvidos porque forças superiores os impediram de concluir todo o trabalho.
Até então o método dos chques tinha-se revelado infalivel, mas bastou uma investigação para que fossem posto a nú todos os problemas que os cheques poderiam vir a causar.


Fim do esquema dos Cheques
A corrupção assim teve de mudar a sua forma de actuar, pois como ficou provado os cheques eram um meio muito inseguro de se subornar os árbitros, prova disso foi o valor que o Leça pagou, pois desceria de divisão e um dos árbitros do sistema foi preso e afastado para além de terem de se pagar quantias elevadas para mover influências junto dos altos poderes da nação para livrar Teles e os seus comparças do Porto.
Ainda se correram riscos pois era necessário garantir o financiamento, pois da verba a pagar, 50% eram imediatamente retidos na fonte e os restantes 50% eram para o árbitro, o bolo era assim repartido porque o clube que desejasse comprar o árbito do sistema nunca entrava em contacto com o árbitro mas sim um intermediário que era nada mais nada menos do que Teles ou alguém da sua confiança.

As Viagens e Prostitutas
Para além das viagens pagas através da Comos e posteriormente agências de viagens fastasma, carros de alta celindrada que apareciam como que por magia, prostitutas em hóteis, e nas casas de alterne, em alguns dos casos os árbitros eram filmados sem o saberem... para se fazer a chamada chantagem..

O novo esquema e os Casinos
Teles com as suas ligações aos Casinos e o seu gosto pelo jogo ou alguém muito próximo da equipa corrupta, conseguiu de facto engendrar um esquema
totalmente infalivel, totalmente seguro.
A investigação feita deparou-se com um sistema extremamente simples e eficaz que para além de envolver avolumadas quantias de dinheiro não deixa qualquer
rastro já que não envolve nomes, contas bancárias ou cheques.
O método usado é extremamente simples e basicamente consiste no seguinte, o clube corrupto do norte necessita de comprar o árbitro afecto ao sistema, imediatamente
um qualquer funcionario da confiaça do clube corrupto dirige-se ao um qualquer casino da povoa e troca o valor suponhamos de 5 mil Euros por fichas de casino,
recolhe as fichas e leva-as de volta para a sede ou uma qualquer casa do clube corrupto, posteriormente alguém se encarregará de fazer o pagamento ao árbitro
amigo do sistema, exactamente com as fichas do casino anteriormente levantadas, o árbitro após receber a encomenda, dirige-se sem qualquer problema, ao casino
faz 1 ou 2 jogos numa qualquer máquina e posteriormente troca as fichas novamente por dinheiro vivo.

A verdade é que o metodo usado é um método básico mas ao mesmo tempo extremamente eficaz, já que não existem nomes envolvidos, não há contas bancárias nem cheques
no esquema de troca de favores.
Fixem as caras de todos os árbitros, quando forem a um casino mantenham-se alerta pois é bem possivel que a qualquer momento se cruzem com um qualquer árbitro a receber o dinheiro do trabalho feito em prol da causa corrupta.


Fonte: Jornalista Anónimo

Publicado por kapotes no Blog "Avante P'lo Benfica"

Clima de terror

Blogue "O BELO VOAR DA ÁGUIA" - 13 de Novembro de 2010
Sabedores que somos da história do futebol no geral, e em Portugal no Particular, habituados que fomos a ganhar dentro das quatro linhas, muito agradou a quem sempre gostou da verdade desportiva o surgimento do processo Apito dourado.

Visava o processo na sua boa intenção clarear factos e demonstrar que muita mentira, compadrio, interesses, tráfico de influências, entre outras, têm minado o nosso futebol nestes últimos trinta anos.
Como se diz em bom português, a montanha pariu um rato.

Infelizmente as instâncias superiores têm arquivado a mentira nunca deixando a verdade vir ao de cima.

Não sou eu quem o diz pois a minha verdade nada tem de interesse. São os factos conhecidos que à luz dos olhares e do pensamento sábio dos homens de honra definem essa verdade.

À luz da lei, por amigos dos “traficantes” do sistema, têm mandado às malvas tudo o que o Povo sabe ser verdadeiro mas que para eles são ... viagens e lugares em tribuna Vip.

Perante a válida desconfiança, alguém estudou a "matéria" e embora as arbitragens tenham melhorado nos recentes tempos, lá voltaram esta época a ser as setas do tal sistema.

Existe no entanto uma diferença abismal entre a forma e o conteúdo das actuações.
Antes era sub-reptício, agora é às claras, numa outra dimensão: O TERROR

É isso mesmo que leram. O Terror.

A equipa do padrinho mafioso e os seus sectários de uma forma hostil espalham o terror por onde passam, onde querem, e como querem.

Os seus "sérios e "honestos" seguidores assaltam residências, estabelecimentos comerciais, agridem as equipas adversárias, fora e dentro do campo, num clima de verdadeiro Far West.

No recente jogo Porto-Benfica, tudo foi planeado ao pormenor. Foi o autocarro do Benfica apedrejado, com a consequente destruição do vidro da frente, criou-se um ambiente que fez com que a comitiva fosse acompanhada por um autêntico exército de Policia, numa forma quase surreal, como se estivessemos na prespectiva de um assalto ao maior arranha céus da América, intimidatória para a nossa equipa. Sim, para a nossa equipa, leram bem.

Toda aquela imagem bélica apenas afectou a nossa equipa e não outra, porque essa, não estava in-loco e por isso distante no campo de aparente "guerrilha" urbana.

Durante o jogo foi o nosso guarda redes, Roberto, atingido por várias bolas de golfe ainda que alguém dissesse: Nada de especial, foi apenas uma. Até poderia ser apenas uma. Só que essa bola atingindo o nosso guarda redes, “atingiu” a equipa toda, na sua moral, capacidade de raciocinio - vide Luisão - e forma de encarar as incidências do jogo.

Campo de "guerra" propicio a que o resultado tivesse sido aquele que sabemos.

De um lado uma equipa de futebol acompanhada e apoiada por gente que apenas queria ver isso mesmo, futebol. Do outro, uma equipa preparada para um sistema de terror, apoiada por gente crápula, atiradores de pedras e bolas de GOLFE.

Esperar-se-ia um castigo exemplar para o Porto. Mais uma vez puro engano.

O clima criado ao Benfica, apenas para quem decide, sobre as agressões que todos em geral, e Roberto em Particular sofreram, foram consideradas apenas ... agressões simples.

Daí ter sido inserto no artigo 147º (agressões simples) do Regulamento disciplinar. Uma multazita de 2. 500 euros e nada se passou.


Acontece que existe o artigo 140º (agressões graves) do mesmo regulamento que puniria o clube agressor com derrota, e ainda de 1 a 2 jogos à porta fechada, considerando que as lesões não tinham efeitos mais graves no atleta, ou interdição do seu estádio, por 2 a 4 jogos, em caso contrário





Isto era o que aconteceria ao Porto, se não vivêssemos num Pais do faz de conta, onde aqueles que se movimentam na lama, quais vermes, fazem o que querem e ainda se ficam a rir daqueles que, por honra e verticalidade, ainda acreditam num futebol sadio, moderno, respeitador do seu adversário.

Ler ... AQUI ... na integra o Regulamento Disciplinar

Pobres dos crentes

Corrupção na Fifa

FIFA , A Corrupção no Futebol, e o Apoio à Ditadura em África

Monrovia, Libéria, 23 Novembro, 1999. O presidente da FIFA Sepp Blatter é homenageado pelo presidente da Libéria Charles Taylor - actualmente a ser julgado em Haia por violar os direitos humanos.

Taylor é acusado de assassinato, mutilação, tortura, sacrifício humano, canibalismo, usando mulheres e crianças como escravas do sexo, sequestrou adultos e crianças, forçando-os a trabalho escravo e obrigando-os a lutarem... tendo inclusive enterrado mulheres grávidas vivas na areia.

Taylor estava muito honrado por homenagear Blatter que lhe concedeu imediatamente a maior condecoração da Libéria, a ordem Humana da Redenção Africano a Blatter - que actualmente omite esta condecoração da sua lista de ridículas condecorações

No momento da viagem de Presidente Blatter à Libéria, o registro das atrocidades cometidas pelo Presidente da Libéria era bem conhecido no Mundo inteiro.
No entanto isso não preocupou Blatter; pois Blatter faria tudo para conquistar votos para se reeleger, não importava de onde e de quem provinham esses votos.

Blatter visitou Monrovia para agradecer ao Presidente da Libéria, o seu voto nas eleições anteriores da para presidente da FIFA. e pedir novamente o voto de Libéria na eleição seguinte.

Blatter ajudou desfazer a imagem de ditador e agressor dos direitos humanos que o Mundo inteiro tinha de Taylor. O favor foi devolvido pouco tempo depois quando o genro do Taylor, Edwin Snowe, o Presidente da Federação de futebol da Libéria, fez campanha por Blatter para que ele se reelege-se em 2002 (ver o capítulo 22 de Foul!)

Quando Taylor foi afastado do poder, Edwin Snowe o teve de fugir da Libéria à pressa.
Quem pagaria a fuga? A FIFA . A Libéria fustigada pela pobreza teve uma concessão anual de FIFA de $250.000.
Foi permitido a Edwin que metesse esse dinheiro ao bolso, e fugir para os Estados Unidos.
Nos EUA, Edwin matriculou-se na Universidade de Denver para estudar Eventos de Entretenimento e Administração de Desportos.

Como se pode justificar este roubo a um povo pobre e fustigado por guerras?
O porta voz de Blatter, Andreas Herren anunciou feliz que a FIFA era sentia feliz por pagar a Edwin e ainda se sentia orgulhosa por pagar os seus estudos nos EUA.

(Por vezes na vida há justiça depois de uma vida de mentira de Blatter.
Herren sentia que tinha direito um emprego superior, quando o chefe de meios de comunicação Markus Siegler lhe mostrou a porta da rua.
Herren sentiu-se ultrajado quando não conseguiu o emprego

Quando Edwin voltou à Libéria voltou as costas ao desporto aos seus estudos caros e tornou-se no dono da Companhia de refinaria de petróleo da Libéria.
Desde então ele é acusado de roubo e pilhagem.

As Nações Unidas desde então proibiram Snowe de viajar, alegando que ele ajudou e financiou Charles Taylor a fugir do País e no exílio politico

Fonte: Andrew Jennings

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Estado Financia a Corrupção

e Adultera a verdade Desportiva.
Hoje o tema a desenterrar é o da construção do Centro de Estágio do F.C. Porto obra essa suportada na totalidade pelo erário público, resumindo, toda a obra foi paga com o dinheiro dos nossos impostos, mais uma vez o Estado que deveria combater a corrupção ajudou com o dinheiro do povo Português a fomentar a Corrupção.

A Câmara Municipal de Gaia gastou mais de 16 milhões de Euros para oferecer o centro de estágio ao F.C. Porto, a investigação foi levada a cabo pelo Ministério das Finanças, tendo concluído que foi gestão danosa para a autarquia.

Luís Filipe Menezes, enquanto presidente da Câmara de Gaia, ofereceu ao F.C. Porto o Centro de Estágios do Olival/Crestuma. Os custos foram todos suportados pelo município de Gaia e foram orçados em mais de 16 milhões de Euros dinheiro esse que veio directamente dos cofres públicos.

Como se não fosse o bastante o F.C. Porto recebeu ainda de borla os direitos de exploração da superfície por um período de 50 anos pagando uma renda irrisória de 500€ mensais. Do nada e surge no contrato de concessão do centro de estágio que caso o F.C. Porto se farte de usufruir das instalações poderá rescindir imediatamente o contrato em que dai advenham qualquer tipo de compensação para a autarquia, Autarquia essa que ficaria em mãos com um autêntico elefante branco, pois a própria câmara admite que teria imensas dificuldades em comportar os custos do centro de estágio conforme admite em documento.

São estas as principais conclusões de um relatório da auditoria das Finanças à Câmara Municipal de Gaia que visa sobretudo a gestão de Menezes e as parcerias com a SAD Corrupta.

As ilegalidades tal como as irregularidades em todo o processo detectadas pelos inspectores, revelam que são de uma péssima gestão e que trás um sem número de dividas que Gaia terá de suportar.

Posto isto o mesmo ministério das Finanças enviou o relatório de contas para o Ministério Público imaginem de onde… os mesmo que encaixotou partes do apito Dourado, esse mesmo o Ministério Público do Porto.

Tudo começou em 99, com as fundações Portogaia e Gaia Cidade d’Douro, através das fundações foram enviadas as verbas para a construção do Centro de estágio, segundo o relatório do Ministério das Finanças as fundações nem deverias existir por serem totalmente ilegais.

Nesse capítulo, o Ministério da Administração Interna à época o ministro era o Fernando Gomes, ex presidente da Câmara do Porto que tantos favores lhes tinha prestado, segundo avançou o Ministério das Finanças o comportamento do MAI foi decisivo mas incompreensível. Considerou o MAI à época que a Portogaia, fundação da qual o F.C. Porto detinha a maioria, tinha património suficiente para os fins propostos, apesar do seu financiamento certo e regular ser proveniente da Fundação Gaia Cidade d’Ouro, a qual não tinha personalidade jurídica e cujo reconhecimento viria a ser chumbado, mais tarde, pelo próprio ministério.

À época, o titular da pasta era Fernando Gomes, ex-presidente da Câmara do Porto, um dos notáveis da família portista . É do seu ministério que saem as decisões feridas de ilegalidade, de acordo com o relatório. Mas já não é do seu tempo o «chumbo» da fundação mais problematica. Esse surge apenas em finais de 2002. Já depois de fundação ter sido declarada... extinta.

«A vida que fervilha à volta do quotidiano do FC Porto» foi um dos argumentos invocados por Menezes para justificar o investimento. Estudos técnicos sobre o impacte do Centro de Estágio, não houve. «De qualquer espécie», sublinha-se. A IGF entende que sairia mais em conta a escolha de um clube de Gaia para a parceria.

Mas a autarquia escudou-se na experiência do FC Porto para justificar a escolha.Tudo pelo dragão O Centro de Estágio consumiu mais de 16 milhões de euros de dinheiros públicos, entre terrenos e obras. A IGF descobriu, entre outras coisas, que o avaliador dos terrenos não tinha estatuto para o fazer, incorrendo em responsabilidade criminal.

E que não se justificava o interesse público ao abrigo do qual se efectuaram as expropriações urgentes. Como se não bastasse, a garantia do empréstimo contraído pela Portogaia foram os próprios terrenos cedidos ao clube. Outra ilegalidade.As próprias obras foram adjudicadas sem concurso público. De resto, a autarquia, apesar de representada na fundação, «prescindiu da capacidade de influenciar decisões importantes».

Em todo o processo, o interesse público foi subordinado aos interesses do FC Porto. «Todos os riscos financeiros ficaram do lado público, especialmente o risco de expropriações, o risco de construção e o risco financeiro», lê-se. Mas os lucros da exploração do Centro de Estágio, se os houver, serão sempre para os cofres das Antas.

A Câmara não criou sequer uma estrutura de acompanhamento e controlo da parceria com o FC Porto, SAD. Ou seja, aparentemente nunca se preocupou em fiscalizar a aplicação de dinheiros públicos.Nem mesmo as contrapartidas sociais, escolares e desportivas para os cidadãos de Gaia estão garantidas. Os interesses da população são defendidos «na medida do possível» e se não colidirem com as prioridades do FC Porto. Nem o protocolo assinado já em 2003 compensa isso.

Para IGF, «outros parceiros garantiriam uma maior fruição do equipamento pela população escolar, pelos mais jovens e pelos estratos socialmente mais carenciados». Este processo configura, pois, «um inequívoco apoio a um clube desportivo». E os «dragões» até podem, já amanhã, deixar o espaço, sem que a autarquia seja ressarcida.

Contraditório e críticas Menezes, no contraditório enviado à IGF, contesta a maior parte dos argumentos do relatório, alegando haver erros grosseiros, contradições e omissões. O município, defende-se, «tem pautado a sua conduta com observância e pleno respeito pelas regras e princípios orientadores da eficaz e eficiente gestão pública».

desertificada do concelho». E esgrime a seu favor o facto de uma auditoria da Inspecção-Geral da Administração do Território (IGAT) considerar «arrojado e inovador» o projecto com o FC Porto, SAD, não tendo detectado ilegalidades na criação das fundações e nos compromissos financeiros assumidos.

A IGF rejeitou a esmagadora maioria das justificações de Menezes.O PS, por seu lado, condenou o autarca. Depois de denunciar, por diversas vezes, aquilo que considera «uma má gestão de dinheiros públicos», o vereador Barbosa Ribeiro - sócio do FC Porto, por sinal - espera que o Ministério Público venha sustentar a responsabilidade penal pelo sucedido.

Fica a pergunta, porque o estado não tratou da mesma forma Sporting e Benfica, abrindo os seus cofres ao Sporting e Benfica para financiarem a obra, ao contrário de outros, que pelas benesses puderam canalizar os vários milhões para contratação de jogadores, cafés com leite.

Desta forma toda a verdade desportiva foi adulterada, pois o estado ao financiar e pactuar com toda esta situação apenas beneficiou o F.C. Porto desafogando-lhes as finanças e em contrapartida obrigou Benfica a Sporting a financiarem-se junto da banca para a construção dos seus centros de estágio contribuindo ainda mais para o acumular de dividas dividas dos dois grandes de Lisboa, assim como a Liga, FPF, Árbitros, Justiça, MP também o estado contribuiu para este estado de sítio e total descredibilização do Futebol em Portugal.

Publicado por kapotes no blog "Avante P'lo Benfica"